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Rozan
Currículo
Rozan, 35 anos, é graduado em Artes Cênicas/Bacharelado em Interpretação Teatral - UFSM, dançarino e professor de sapateado, atuante na música popular como cantor, compositor e percussionista, com formação popular em Violão. Foi o campeão de Chula (sapateado gaúcho) no FENARTINHO 2006 (RS), estilo que é base na sua formação como sapateador. De 2020 a 2022 foi aluno da professora de Tap Dance Flávia Costa (RJ). Em 2022 foi o idealizador e diretor artístico do musical de sapateado "O TAMBOR DOS PÉS", contemplado pelo 1o Prêmio FUNARJ de Dança e também pelo edital SESC PULSAR 2023 - Circulação (RJ). Também em 2023, foi professor do Festival Sampa Tapz (SP). Em 2024, professor da oficina "Sapateado e Ritmos Populares" no Festival de Teatro Amir Haddad (RJ) e jurado online de sapateado do Festival de Dança de Joinville (SC). Já interagiu sapateando com o percussionista Robertinho Silva, em entrevista do músico à Rádio Escada (RJ). Em julho de 2025 foi bolsista do "Tap Music Project", na Colburn School, em Los Angeles/CA, a convite da sapateadora de renome internacional Sarah Reich. Também em julho de 2025, foi jurado e professor de sapateado do 42º Festival de Dança de Joinville (SC). É pesquisador do sapateado ao ritmo dos tambores das religiões afro-brasileiras, com a escuta aberta aos desdobramentos rítmicos que influenciaram a nossa MPB. Seu estilo é uma mistura da chula gaúcha com o tap dance, somado a sua formação como percussionista, em uma pedagogia que traz a noção dos sapatos como um instrumento a ser tocado. Atualmente é solista de Chula, dançarino e percussionista no espetáculo "Aquele Abraço", do Roxy Dinner Show (RJ).
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| Seus cursos |
78 -O tambor dos pés
Público-alvo Professores, estudantes e performers de sapateado, com o estilo do tap dance (sapateado americano) como base. A oficina também se estende a sapateadores que tocam instrumentos de percussão e que desejam estreitar essa relação em uma performance ou plano pedagógico.
Pré-requisitos Ter experiência em estudos do tap dance (sapateado americano). Saber tocar algum instrumento de percussão é bem vindo. Leve o seu! De preferência os de fácil portabilidade como: pandeiro, tamborim, reco-reco e caixinha de fósforos. No caso de instrumentos maiores, tenha o seu talabarte e as suas baquetas/macetas, se preciso.
Programa de aula O workshop "O TAMBOR DOS PÉS" é a possibilidade do sapateador entender a sua prática, o seu som como um percussionista. Através dos ritmos afro-brasileiros oriundos das religiões e danças de matriz africana, vamos explorar "no pé" os seus desdobramentos na MPB, com base na orquestração dos tambores presentes em nossa música. Ritmos como o samba, o ijexá, o opanijé, o vassi, o jongo e o maculelê dão suporte para a criação de exercícios e coreografia. DESCRIÇÃO: A aula começa com uma breve introdução sobre a transposição do tap dance, originalmente dançado em Jazz Music, para ser dançando em ritmos afro-brasileiros. Falaremos também sobre o entendimento do sapato como um instrumento musical. Aquecimento: Os alunos experimentam a ginga da capoeira, a fim explorar o corpo brasileiro em sua matriz africana, o relacionando com a posição de "ataque" do tap dance. Então dispomos os sapatos no espaço e o calçamos aproveitando essa corporeidade na finalização do aquecimento. Desenvolvimento: É o momento de exercitar a escuta. Será apresentado aos alunos o funcionamento dos ritmos. Como cada um soa a sua célula rítmica básica e se integra a outros instrumentos. Então experimentamos pequenas sequências coreográficas com esses ritmos na prática, onde o sapateador usa dos recursos do tap dance para repetir aquelas sonoridades, sempre em orquestração com outro sapateador. Conclusão: Como finalização da oficina, vamos aprender uma sequência coreográfica que explore os conteúdos trabalhados até o momento, porém que está previamente coreografada. Nos 10 min finais será aberta uma roda de falas para os alunos elaborarem um raciocínio sobre o que foi aprendido.
79 -O tambor dos pés
Público-alvo Professores, estudantes e performers de sapateado, com o estilo do tap dance (sapateado americano) como base. A oficina também se estende a sapateadores que tocam instrumentos de percussão e que desejam estreitar essa relação em uma performance ou plano pedagógico.
Pré-requisitos Ter experiência em estudos do tap dance (sapateado americano). Saber tocar algum instrumento de percussão é bem vindo. Leve o seu! De preferência os de fácil portabilidade como: pandeiro, tamborim, reco-reco e caixinha de fósforos. No caso de instrumentos maiores, tenha o seu talabarte e as suas baquetas/macetas, se preciso.
Programa de aula O workshop "O TAMBOR DOS PÉS" é a possibilidade do sapateador entender a sua prática, o seu som como um percussionista. Através dos ritmos afro-brasileiros oriundos das religiões e danças de matriz africana, vamos explorar "no pé" os seus desdobramentos na MPB, com base na orquestração dos tambores presentes em nossa música. Ritmos como o samba, o ijexá, o opanijé, o vassi, o jongo e o maculelê dão suporte para a criação de exercícios e coreografia. DESCRIÇÃO: A aula começa com uma breve introdução sobre a transposição do tap dance, originalmente dançado em Jazz Music, para ser dançando em ritmos afro-brasileiros. Falaremos também sobre o entendimento do sapato como um instrumento musical. Aquecimento: Os alunos experimentam a ginga da capoeira, a fim explorar o corpo brasileiro em sua matriz africana, o relacionando com a posição de "ataque" do tap dance. Então dispomos os sapatos no espaço e o calçamos aproveitando essa corporeidade na finalização do aquecimento. Desenvolvimento: É o momento de exercitar a escuta. Será apresentado aos alunos o funcionamento dos ritmos. Como cada um soa a sua célula rítmica básica e se integra a outros instrumentos. Então experimentamos pequenas sequências coreográficas com esses ritmos na prática, onde o sapateador usa dos recursos do tap dance para repetir aquelas sonoridades, sempre em orquestração com outro sapateador. Conclusão: Como finalização da oficina, vamos aprender uma sequência coreográfica que explore os conteúdos trabalhados até o momento, porém que está previamente coreografada. Nos 10 min finais será aberta uma roda de falas para os alunos elaborarem um raciocínio sobre o que foi aprendido.
80 -Rum Pi TAP - no Ritmo dos Tambores
Público-alvo Professores, estudantes e performers de sapateado, com o estilo do tap dance (sapateado americano) como base. A oficina também se estende a sapateadores que tocam instrumentos de percussão e que desejam estreitar essa relação em uma performance ou plano pedagógico.
Pré-requisitos Ter experiência em estudos do tap dance (sapateado americano). Saber tocar algum instrumento de percussão é bem vindo. Leve o seu! De preferência os de fácil portabilidade como: pandeiro, tamborim, reco-reco e caixinha de fósforos. No caso de instrumentos maiores, tenha o seu talabarte e as suas baquetas/macetas, se preciso.
Programa de aula O Curso "Rum Pi TAP - no Ritmo dos Tambores", é a possibilidade do sapateador entender a sua prática, o seu som como um percussionista. Através dos ritmos afro-brasileiros oriundos das religiões e danças de matriz africana, vamos explorar "no pé" os seus desdobramentos na MPB, com base na orquestração dos tambores presentes em nossa música. Ritmos como o samba, o ijexá, o opanijé, o vassi, o jongo e o maculelê dão base para a criação de exercícios e coreografia. Diferente de um workshop, em um curso de 5 dias poderemos aprofundar a pesquisa, com o tempo necessário de aprendizagem para diversos níveis técnicos, o que melhora a absorção do conteúdo por parte dos sapateadores. Nessa dinâmica, será possível também trazer para cada dia de curso, diferentes abordagens da pesquisa, como a exibição de conteúdos audiovisuais de sapateadores e percussionistas referências deste trabalho, audição de músicas que exploram a orquestração de tambores, slides explicativos da pesquisa, a presença de um percussionista tocando ao vivo nas últimas aulas e a gravação audiovisual do resultado coreográfico do curso, proporcionando ao aluno uma experiência diversa. DIA 1 - Apresentação do Curso Breve fala de apresentação da pesquisa que será desenvolvida durante os dias de curso, enfatizando a diferença do tap dançado em "Jazz Music", para a proposta com ritmos afro-brasileiros. Logo após, partiremos para um aquecimento e aprendizagem de algumas sequências coreográficas que abordam a orquestração percussiva presente nos tambores do Brasil. A última parte da aula traz um trecho de coreografia que será resultado do curso, aproveitando sonoridades aprendidas em aula. DIA 2 - Slides explicativos da pesquisa "RUM PI TAP" O segundo dia de curso começa com uma breve apresentação de slides, os quais abordam na teoria os princípios da pesquisa, com espaço para perguntas dos alunos. Aprendizado da segunda parte da coreografia em construção. Ensaio da primeira e segunda parte da coreografia. DIA 3 - Mostra audiovisual - Sapateadores percussionistas na história Através de dois vídeos públicos assistiremos a performance de sapateadores reconhecidos por sua notável habilidade musical, sendo chamados de sapateadores percussionistas. Exemplos como Steve Condos, que criou rudimentos inspirados na bateria, e Baby Laurence, chamado pelos músicos de "Sapateador de Jazz", serão utilizados como suporte no entendimento dos alunos. Num segundo momento, partiremos para a aprendizagem da terceira e última parte da coreografia. DIA 4 - Audição de repertório/ensaio com percussão AO VIVO Nesse dia, estaremos na presença de um percussionista(a), que trará aos alunos a visão de um músico sobre os tambores e o sapateado. Analisará através de uma visão técnica os ritmos presentes na coreografia, além de apresentar uma obra para audição dos alunos junto ao professor Rozan. Ele(a) também vai participar da gravação audiovisual do resultado coreográfico do curso, como explicado abaixo. DIA 5 - Gravação de audiovisual Após um aquecimento e ensaio, será realizada a gravação do resultado coreográfico do curso, através de uma parceria do projeto com um cinegrafista local. Será disponibilizado uma autorização de imagem em nome da empresa do professor Rozan, MALANDRIADO, para assinatura de quem tiver o interesse de participar das filmagens. |
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