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Resumo Histórico do Festival
Dança Joinville

 

 

 

 

 

 

 

 

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Desde 2005 considerado o maior festival de dança do planeta em número de participantes, segundo o Guinness Book, é também o único entre os grandes festivais mundiais a reunir uma grande diversidade de gêneros, como o balé clássico, balé clássico de repertório, contemporâneo, jazz, sapateado, danças populares e danças urbanas, apresentados por escolas, grupos e companhias de dança do Brasil e do exterior. Todos os anos o evento atrai também centenas de interessados nas vagas de cursos, oficinas, workshops e seminários, voltados para o aperfeiçoamento técnico e artísticos de estudantes, bailarinos, professores, pesquisadores outros profissionais das áreas técnicas da produção em dança.

Grandes companhias do Brasil e do mundo já brilharam nos palcos de Joinville ao longo das três décadas de existência do evento, a exemplo de Mikhail  Bayshnikov e Hell´s Kitchen Dance (EUA); Ballet Bolshoi (Rússia); David Parsons (EUA); Teatro Colón (Argentina); S'poart (França); Mazowske (Balé Nacional da Polônia); os Balés Municipais do Rio de Janeiro e de São Paulo; Ana Botafogo, Cecília Kerche, e Carlinhos de Jesus, entre outros. Para acomodar esta programação, o festival passou dos cinco dias da primeira edição para os atuais onze dias de evento.

 

1983: 10 de julho – A Sociedade Harmonia Lyra, prédio histórico no centro de Joinville, é o palco da primeira edição do evento. Joinville passava por um dos piores períodos de cheias, o que complicava o deslocamento na cidade e mesmo no estado de Santa Catarina. Para surpresa dos organizadores, 40 grupos participaram, reunindo cerca de 600 estudantes de dança. Foram cinco dias de apresentações, com espetáculos de clássico, moderno, jazz e folclore. ,,,,,

1983

     
1984  

1984: Na segunda edição, com as expectativas superadas, o festival passa para o Ginásio Ivan Rodrigues. Mais de mil estudantes, representando 62 escolas, invadiram alegremente Joinville. A duração do festival passou para sete dias. O festival começava a desenhar um modelo que iria além da competição e que passava a lhe dar projeção nacional.

     
1985: O Festival contou com apresentações especiais da Cisne Negro Cia. de Dança (SP), com a coreografia “Do Homem ao Poeta”, e do Ballet da Cidade de São Paulo (SP), com a coreografia “Karada”. O evento se firmou no ginásio Ivan Rodrigues, local onde permaneceu pelos próximos 13 anos. Além disso, o Festival reuniu o dobro do número de participantes do ano anterior: cerca de dois mil bailarinos de 88 grupos vindos de todo o Brasil.   1985
     
1986   1986: Pela primeira vez, foram realizadas apresentações em palcos ao ar livre, montados em praças da cidade. A noite especial ficou por conta do Ballet Teatro Guaíra de Curitiba (PR). E, mais uma vez, o número de participantes bateu o recorde.
     
1987: A companhia Studio D1, de Curitiba (PR) faz uma apresentação inesquecível, montada especialmente para o festival: o segundo ato do balé “La Bayadère”, estrelado por Ana Botafogo e Jair Moraes. Essa foi a primeira vez que a bailarina participou do evento.   1987
     
1988   1988: Nos dez dias de Festival foram mais de 150 horas de apresentações. O primeiro espetáculo a subir ao palco deste ano foi “Lamento por Escravos”, uma homenagem ao centenário da abolição da escravatura. Também na abertura se apresentou o balé de teatro Castro Alves, de Salvador (BA).
     
1989: Destaque para a companhia francesa Ballet Lolita. Além disso, o espetáculo “O Lago dos Cisnes” foi apresentado pela primeira vez em Joinville, tendo como convidada especial a bailarina Cecília Kerche. Um ano para ficar na história.   1989
     
1990   1990: Considerada pela imprensa, professores, jurados e bailarinos como a melhor edição do Festival realizada até então, não contou com a participação de nenhum grupo estrangeiro convidado e também não foram aceitas inscrições de grupos novos. Destaque para a Companhia de Dança do Palácio das Artes (MG), Corpo de Baile do Teatro Guaíra (PR), Nora Esteves e Marcelo Misailidis (RJ). Eventos paralelos cresceram, ganhando exposições e lançamentos de livros.
     
1991: O Festival foi marcado por um movimento de maior profissionalização. A abertura de cada noite competitiva contou com a participação especial de Ana Botafogo, Cecília Kerche, Nora Esteves e Marcelo Misailides, todos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Vários grupos de fora do Brasil também participaram da edição, que com o ginásio reformado e passou a ter capacidade para duas mil pessoas.   1991
     
1992   1992: O Festival completa 10 anos e bate o recorde de público: cerca de 100 mil pessoas prestigiaram o evento. Mais uma vez a bailarina Cecília Kerche vai a Joinville e encanta o público com a apresentação especial de “Diana e Acteon”, ao lado do astro argentino Maximiliano Guerra. Outra atração foi a participação de 24 grupos de dança que foram destaques nestes dez anos.
     

1993: Esta edição prestou tributo a três perdas do mundo da dança: Rudolf Nureyev, Jorge Donn e Carlos Trincheiras. Uma inédita mostra de filmes de dança foi realizada no Cine Palácio. Destaque para o projeto “A praça dança na noite”, onde os grupos que conquistaram o primeiro lugar na noite anterior se apresentavam para quem não teve a oportunidade de assisti-los.

  1993
     
1994  

1994: Ana Botafogo foi uma das convidadas. Além de se apresentar na abertura do evento, ela foi jurada e ainda lançou o livro “Ana Botafogo, na magia do palco”. Carlinhos de Jesus e a companhia de dança do Rio de Janeiro também estiveram presentes nesta edição.

     
1995: A 12ª edição tem treze dias de programação. As grandes atrações convidadas foram o Ballet do Theatro Bolshoi da Rússia e o Ballet Stuttgart, da Alemanha. A dança mundial começava a descobrir que no interior do Brasil havia uma genuína preocupação com a dança, dando a ele o reconhecimento internacional. A iniciativa privada também passava a investir mais, com patrocínios, ampliação do parque hoteleiro e mesmo com uma preparação maior do comércio.   1995
     
1996   1996: Pela primeira vez, o Festival recebe a visita de um Ministro da Cultura. Foram 13 dias de evento com a participação de 150 grupos. A Noite de Abertura teve como atração 17 integrantes do Ballet Bolshoi, de Moscou. Outra participação importante foi da Stuttgart Ballet, da Alemanha.
     
1997: Cerca de 20 cursos foram oferecidos nesta edição – desde balé clássico à dança de rua e iluminação. O Balé Nacional de Cuba fez uma apresentação especial nesta edição. Além disso, Carlinhos de Jesus pisa mais uma vez no palco de Joinville e esbanja charme e ginga para a plateia.   1997
     
1998   1998: O Festival de Dança de Joinville ganha o Centreventos Cau Hansen, arena multiuso, que passa a abrigar toda a área administrativa do evento, bem como um grande palco dimensionado e preparado tecnicamente para qualquer tipo de montagem artística. O novo espaço abriga cerca de 4,5 mil espectadores por apresentação. Naquele ano também foi criada a Feira da Sapatilha, hoje considerada a maior feira do setor no país, com a participação dos principais fabricantes nacionais de artigos de balé.
     
1999: Ano que marca o início de uma nova fase, com a criação do Instituto Festival de Dança de Joinville, entidade sem fins lucrativos que tem por objetivo o gerenciamento completo do evento. Por sua formatação jurídica, o Instituto pode captar recursos da iniciativa privada através de leis de incentivos, o que aumenta o interesse de patrocinadores. Somam-se a estes valores aqueles obtidos com inscrições dos grupos nos cursos e oficinas e a venda de estandes e ingressos, o que torna o evento autossustentável, do ponto de vista financeiro.   1999
     
2000   2000: Procurando dar uma oportunidade aos jovens estudantes de dança é criado o Festival Meia Ponta, atualmente denominado apenas Meia Ponta. O evento é destinado a crianças com idade de 10 a 12 anos, que durante três dias se apresentam no Teatro Juarez Machado, espaço para 500 espectadores, localizado no Centreventos Cau Hansen.
     
2001: Ano que marca o início da Mostra de Dança Contemporânea (hoje denominada Mostra Contemporânea de Dança), evento não-competitivo voltado a companhias de dança profissionais, que antes tinha três ou quatro noites de apresentações, realizadas no Teatro Juarez Machado.   2001
     
2002   2002: O Festival chega aos 20 anos, consolidado como o maior do país. Mais de 200 grupos de 14 estados brasileiros e Paraguai participaram desta edição. E o espetáculo da Noite de Abertura foi com a Cia. de Dança Deborah Colker – que fundiu a dança com as artes plásticas.
     
2003: O Festival contou com vários eventos especiais: exposição de figurinos, de artes plásticas, desfiles, cursos e cerca de 20 palcos alternativos. Na Noite de Abertura, o Balé Teatro Guaíra se apresentou com “O Grande Circo Místico”. Nasce o projeto Dança Comunidade, com o objetivo de inclusão social na comunidade joinvilense.   2003
     
2004   2004: O crescimento do número de bailarinos, estudantes e profissionais da dança passa dos quatro mil. E as companhias estrangeiras também marcam presença: na Noite de Abertura, o Ballet Estable Del Teatro Colón (Argentina) e na Noite de Gala, o Ballet Du Grand Thèâtre de Genève (Suíça), que apresentou três peças para mostrar a variedade de repertório e os 12 anos sem passar pelo Brasil.
     
2005: Citação no Guinness Book como o maior festival de dança do mundo. A citação está no capítulo Festivais e Tradições – O mundo moderno: "O Festival de Dança de Joinville, em Santa Catarina, Brasil, é o maior do mundo. Produzido pela primeira vez em 1983, estende-se ao longo de pelo menos 10 dias, e a ele comparecem 4.500 dançarinos brasileiros e estrangeiros, de mais de 140 grupos amadores e profissionais, com uma assistência de mais de 200 mil pessoas a cada ano".   2005
     
2006   2006: Em sua 24ª edição, o Festival é tido como um dos mais completos eventos do gênero no Brasil e na América Latina, reunindo variados aspectos da dança. Na parte competitiva, mais do que avaliar e julgar, a Coordenação Artística e o júri têm promovido reuniões com os participantes na manhã seguinte às apresentações, mostrando aos coreógrafos e bailarinos pontos que foram considerados positivos e críticas construtivas sobre o que pode ser melhorado. Um exemplo de resultado positivo desta iniciativa está no gênero Jazz, que se encontrava aquém das expectativas, e na edição de 2005 foi considerada a maior surpresa do evento pela qualidade dos trabalhos apresentados. Também neste ano nasce o Encontro das Ruas, evento voltado à arte da cultura urbana.
     
2007: O Festival comemora o Jubileu de Prata (25 anos) e traz para a Noite de Abertura o bailarino Mikhail Baryshnikov com sua companhia Hell´s Kitchen Dance. O Festival de 2007 registrou lotação máxima na maioria das noites no Centreventos e alcançou cerca de 200 mil pessoas de público em todos os palcos da cidade.   2007
     
2008   2008: O clássico O Lago dos Cisnes, com o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, entre eles os solistas Cecília Kerche e Vitor Luiz, marcou a abertura do Festival, que reuniu 4.800 participantes em 11 dias. Na Noite de Gala, o destaque foi a obra “Grande Suíte do Balé Dom Quixote”, interpretado pelos solistas do Ballet Bolshoi na Rússia, Natalia Osipova e Andrey Bolotin e 100 bailarinos e alunos da Escola Bolshoi de Joinville, além de bailarinos convidados. Foi a primeira vez que a matriz e a escola subiram juntas a um palco, em um balé completo. Três novidades deixaram o Festival ainda mais próximo da Comunidade: a Rua da Dança, o Visitando os Bastidores e a Passarela da Dança.
     

2009: A organização do Festival de Dança de Joinville mudou o conceito de uma de suas mostras não competitivas. A até então chamada de Mostra de Dança Contemporânea passou a se chamar Mostra Contemporânea de Dança. Isso porque o evento não quer limitar essa ação somente à dança contemporânea. A intenção é trazer ao festival outros gêneros da dança que mostrem o que há de moderno e inovador.

 

   
     
2010 Ricardo Kolb   2010: Em sua 28ª edição, o Festival de Dança de Joinville se destacou mais uma vez pelo grande número de atividades culturais voltadas à dança que foram oferecidas aos cerca de 6.500 participantes em seus 16 eventos. Foram 2.500 vagas em cursos, oficinas, workshops e seminários, além de 11 noites com Centreventos Cau Hansen lotado na maioria delas. Foi também o Festival em que o musical ganhou força, alavancado pelo espetáculo “Pernas Pro Ar” de Claudia Raia, e pelo Circuito Broadway, oficina que preparou profissionais para este gênero em alta no mundo das artes. Toda a cidade recebeu a dança em 17 palcos abertos em praças, shopping centers e entidades, totalizando mais de 230 mil pessoas envolvidas com o maior Festival de Dança do Mundo.
     
2011: O público mais uma vez lotou a arena do Centreventos Cau Hansen. O evento contou com apresentações de peso nas Noites de Abertura e Gala. Destaque para a Cia. Deborah Colker e Balé Teatro Castro Alves, de Salvador (BA). Além de ser referência em dança, cursos, oficinas e workshops, mais uma vez a Feira da Sapatilha também fez sucesso recebendo diariamente cerca de seis mil pessoas. O Festival deste ano inovou ainda nas redes sociais e no aplicativo para Iphone e Ipad. Sem contar no foco para inclusão social, com o guia disponibilizado em braile e as apresentações antes dos espetáculos em libras. Nesta edição foi realizado ainda o PedalTur, roteiro de passeios ciclísticos, aliando sustentabilidade à saúde. Nesse ano o evento recebe também a Medalha do Mérito Cultural do Ministério da Cultura.   2011 Moa
     
2012 Juarez Machado   2012: O Festival completa 30 anos inaugurando a calçada da fama em homenagem aos grupos e escolas que marcaram a trajetória de sucesso do evento. Entre os destaques, na abertura, Ana Botafogo dança “Isadora Duncan”, uma memorável Noite de Gala também homenageia os grupos mais marcantes que fizeram a história de consagração do festival, levando ao palco 15 grupos convidados em um único espetáculo dirigido por Ricardo Scheir. Ainda para comemorar a data, foi lançado o livro histórico dos 30 anos do Festival e Juarez Machado criou uma gravura especial.
     
2013: A 31ª edição brilha com vários destaques entre as companhias profissionais convidadas. Além da abertura com o Ballet Nacional Sodre, do Uruguai, uma grande Noite de Gala celebra os 100 anos da revolucionária obra A Sagração da Primavera, numa versão coreográfica contemporânea apresentada pelo Ballet Teatro Guaíra. Duas novas atrações inéditas também arrebatam a população: Dança 24 Horas (uma espécie de virada cultural ininterrupta) e o Programa Dança Comunidade, que desta vez alcançou a Penitenciária Industrial de Joinville.   Cartaz festival2013_Elifaz_Andreato
     
2014 Jandira Lorenz   2014: Esta edição do Festival de Dança foi marcada pelo belo espetáculo do Grupo Corpo na Noite de Abertura, apresentando suas obras célebres, “Onqotô” e “Parabelo”. E também pela estreia da Estímulo Mostra de Dança, mais nova atração da grade de programação criada para fomentar a profissionalização de grupos premiados na Mostra Competitiva. A implantação do serviço de audiodescrição, destinado a pessoas cegas ou com baixa visão, foi outra ação de destaque neste ano. Realizada durante o espetáculo da Noite de Gala, que contou com a apresentação do Balé da Cidade de São Paulo, a audiodescrição foi uma inovação que veio para ficar, ampliando cada vez mais o alcance de público do Festival.
     
2015: Neste ano o Festival contou com a presença da Escola do Balé Bolshoi no Brasil na Noite de Abertura com o espetáculo O Quebra Nozes. Na Noite de Gala, a compania italiana Evolution Dance Theatre apresentou o espetáculo Firefly.    2015 Luis Trampo
cartaz final COM SELO   2016: A 34º edição do Festival de Dança de Joinville aconteceu um FlashMob e mais de 9.000 pessoas participaram. A Noite de Gala foi marcada por uma apresentação do Balé do Teatro Guaíra, a releitura de "Cinderela", um clássico para todas as idades. O evento teve um aumento em número de participantes e ganhou, oficialmente, o título de Capital Nacional da Dança. O reconhecimento foi divulgado na noite de abertura do Festival, diante de um público de 4,2 mil pessoas. 
     

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